sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A escolha perfeita (por Laura Carbone e Luiza Ruga)

O filme “A Escolha Perfeita” (dirigido por Jason Moore ) acompanha a vida de Beca (Anna Kendrick), uma DJ que quer ir para Los Angeles para realizar seu sonho de produzir música, mas seu pai (John Benjamin) quer que ela curse uma faculdade para ter boas oportunidades na vida. Então Beca vai para Barden University. Logo que chega lá ela vai direto procurar oportunidades que envolvem sua carreira musical, o que a leva a se unir à capella, formada só por garotas, The Barden Bellas.
Quando proposta é fazer um musical, o cuidado deve ser maior na escolha das músicas, nos figurinos, nos palcos etc... Então podemos notar que as Barden Bellas e os outros grupos apenas cantam músicas pop, uma coisa que a maioria das pessoas adoram hoje em dia. Isso foi uma das coisas que fizeram as pessoas se entreterem com filme, os figurinos. Os lugares onde o filme se passa também foram ótimos. Tudo isso, no entanto, não salva o filme de ter ficando muito “comum” e um tanto óbvio - poderia haver um pouco mais de mistério e ser mais interessante.

Já no segundo filme, as coisas mudam. As Barden Bellas acabam sendo desclassificadas de participar das apresentações mundiais, então foram “trocadas” por um grupo de cantores mais velhos e com um pouco mais de experiência. Algumas apresentações acabam dando errado, até elas decidirem tirar férias juntas para pensar no que fazer. E é depois dessas férias que as coisas começam a mudar. Por isso o segundo filme foi melhor que o primeiro, ele ficou mais empolgante e muito mais divertido.

                   


O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (por Eric Cidade Mathias)

“O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel” é um filme de gênero fantasia dirigido por Peter Jackson, que se passa na Terra Média e conta a história de Frodo Bolseiro (Elijah Wood), um Hobbit que recebe de seu tio, Bilbo (Ian Holm), um anel forjado por Sauron - daí o nome “O Senhor dos Anéis” - com a missão de destrui-lo. Frodo, junto de seus amigos Sam (Sean Astin), Gandalf (Ian McKellen), Aragorn (Viggo Morstensen), Legolas (Orlando Bloom), Gimli (John Rhys-Davies) e outros, formam a Sociedade do Anel.
Uma das cenas mais memoráveis do filme é a batalha dos Hobbits e Aragorn contra os Nazgul, nove seres do mal temidos por todos, eles não tem forma física, mas andam sempre com capotes pretos e espadas.
Com ótimas músicas, a trilogia é lembrada até hoje por sua trilha sonora, composta pelo canadense Howard Shore.
Outra coisa que marcou muito o filme foi a direção de arte, que faz com que você se sinta dentro da Terra Média. Por ser filmado na Nova Zelândia, o filme contém paisagens incríveis e cenários muito bem construídos.
O longa é de 2001 e teve treze indicações ao Oscar, ganhando quatro delas: melhor efeitos visuais, trilha sonora, fotografia e melhor maquiagem, além de muitas outras premiações.
O filme é considerado um clássico, sua ótima história e personagens fazem com que o filme seja muito bom e altamente recomendado para todos que gostam do gênero. Mas para entender toda a história deve-se assistir a trilogia completa, que é tão boa quanto, se não melhor do que primeiro filme. Conflito

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O Franco Atirador (por Enrico Cidade Blanco)

Junte um roteiro excelente, alguns dos maiores atores de todos os tempos e um dos conflitos mais terríveis da história. Assim temos “O Franco Atirador” (The Deer Hunter). O filme, dirigido por Michael Cimino, é um drama de guerra. Engana-se, no entanto, quem pensa que irá assistir a um filme como Platoon (1987) ou outros do gênero. Em “O Franco Atirador” as cenas de guerra aparecem somente em um trecho de 25 minutos. Por conter cenas de extrema violência, o filme foi recomendado para a faixa etária +18.
O longa conta a história de um grupo de amigos que trabalham em uma metalúrgica na cidade de ClairtomPensilvânia, durante a década de 60. Tudo muda quando Micheal (Robert de Niro), Steven (John Savage) e Nick (Christopher Walken) são intimados para servirem na guerra do Vietnã. O antes, o durante e o pós-guerra são muito bem ilustrados, abordando os traumas físicos e psicológicos dos soldados, suas famílias e amigos. 
A trilha sonora é marcada pela melancólica música-tema Cavatina, de Stanley Myers.
Aclamado pela crítica, faturou 5 oscars (melhor filme, melhor diretor, melhor ator coadjuvante, melhor som e melhor edição) e mais 24 outros prêmios da indústria cinematográfica. Obteve média 9,5/10 nas reviews e, como um clássico do cinema, é muito recomendado.

A trilogia High School Musical (por Michelle Rodrigues, Nathalia Pereira e Fernanda Pederiva)

“High School Musical” é uma trilogia de filmes de gênero musical. Seu elenco conta com grandes atores requisitados da Disney, como Zac Efron, Vanessa Hudgens e Ashley Michelle Tisdale. Foi dirigido por Kenny Ortega e teve seu roteiro escrito por Peter Barsocchini.
 O primeiro filme foi lançado em  20 de janeiro de 2006. Nele, é contada a história de Gabriella Montez (Vanessa Hudgens) que é transferida com sua mãe para outra cidade. Lá, ela encontra duas paixões: a música e o jogador de basquete da escola, Troy Bolton (Zac Efron). O filme conta uma história meio água com açúcar. A história é quase um conto de fadas da Disney: a nerd (Gabriella Montez) se apaixona pelo bonitão (Troy Bolton) que coincidentemente também se apaixona por ela. Mas, como em um verdadeiro conto de fadas, também há a “bruxa má”, Sharpay Evans (Ashley Tisdale) que faz de tudo para separar o casal, pois é apaixonada por Troy. 
 Apesar de ser um tanto água com açúcar, o filme conseguiu fazer um sucesso extraordinário entre as crianças e os adolescentes da época, sendo o filme de maior sucesso já produzido pelo Disney Channel Original Movie. Sua trilha sonora foi a mais vendida em 2006. Foi o segundo filme mais visto na noite de estreia, com 7,7 milhões de espectadores, e, de tanto sucesso, foram produzidos bonecos “Barbies” do seu elenco. 
O segundo filme, “High School Musical 2”, foi lançado nas telas americanas dia 17 de agosto de 2007 pelo Disney Channel e nas telas brasileiras no mesmo ano. A estreia chegou a um total de 17,2 milhões de espectadores somente nos Estados Unidos, chegando a quase 10 milhões a mais que seu antecessor, tornando-se a maior audiência de um DCOM em sua noite de estreia de todos os tempos.   
“High School Musical 2” é a continuação do primeiro filme (High School Musical) onde as aulas acabaram e o verão começou. E, como a maioria dos americanos, eles estão à procura de um emprego de verão. Troy Bolton é chamado para trabalhar no clube Lava Springs, uma propriedade da família Evans. Empolgado com o convite, leva seus amigos do Wildcats para trabalhar também no mesmo local. Então assim como na escola - East High - Sharpay Evans tenta fazer de tudo para que Troy e Gabriella não fiquem juntos. Entre desentendimentos e discussões, Gabriella vai embora “facilitando” as coisas para Sharpay, porém Troy não quer saber dela. Quando as férias estão acabando e está havendo um show de talentos para o encerramento, Troy entra no palco, achando que iria canta uma música com Sharpay, mas quem aparece cantando é Gabriella, fazendo as pazes com todos e terminando com um final feliz. 
Expressando suas emoções nas músicas, a trilha sonora do filme foi o álbum mais vendido no mundo em 2007 e o terceiro nos Estados Unidos. 
No terceiro filme, os personagens estão no último ano do colegial, o ano da formatura. Diferente dos outros filmes, o problema não é Sharpay e sua inveja por Troy e Gabriela, o fato é que o ano está acabando e o casal terá que se separar caso escolham faculdades diferentes. 
 “High School Musical 3: Ano da formatura”, foi lançado no Brasil em 24 de outubro de 2008 e foi o único filme dos três levado para as telas de cinema e não somente exibido pela Disney Channel. O longa fez muito sucesso quando entrou em cartaz no Brasil, atraindo 466 mil espectadores em um fim de semana quando outro filme, também lançamento, reuniu mais ou menos 80 mil. 
Definitivamente, a melhor trilha sonora vai para o 3º filme, assim como as melhores coreografias. Um exemplo é “The Boys Are Back” que mostra a insegurança dos adolescentes na hora de decidir o que fazer da vida depois da formatura. A coreografia se passa em um ferro-velho e é uma das melhores do filme. O que deixa um pouco a desejar é o fato de não desenvolverem mais a história dos personagens secundários e não só o 3º da trilogia, mas todos terem uma história clichê. O que na verdade não importa, já que são filmes para um público jovem e que mesmo assim acabam se tornando favoritos de muitos adultos.

Supernatural (por Eduardo Xavier)

Com 160 horas de episódios e 10 temporadas, muitas coisas aconteceram em “Supernatural”. Trata-se de uma série de ação, suspense e um pouco de comédia. Foi criada por Eric Kripke e estreou em 13 de setembro de 2005. A série conta a vida de dois irmãos, Sam e Dean Winchester, que desde crianças foram treinados pelo seu pai, que entrou na vida de “caçador de criaturas sobrenaturais” após a mãe dos dois ser assassinada por um demônio. “Supernatural” explora muitos mitos, folclores e lendas sobre várias criaturas misteriosas e monstros.
Sam e Dean já enfrentaram vários adversários, entre eles: Anjos, Demônios, Arcanjos, Leviatãs, Cães do Inferno, Metamórfos, Pixtacos, Skinwalkers, Ghouls, Ceifadores, Djins, Deuses gregos e nórdicos, Serafins, Rugarus, um Golen comandado por um judeu, Dragões, Lobisomens, Kitsunes, Fantasmas, Vampiros, Velatas, Aracnes, Shtrigas, Fenix, Cavaleiros do Apocalipse (Fome, Guerra, Morte e Doença), Bruxos, Fadas, Bruxas de Oz e até o Destino em pessoa. Sam e Dean combateram e venceram todos eles, morrendo várias vezes e sempre voltando.
A série tem muitos elementos bíblicos porque envolve anjos e demônios. Até Cain (filho de Adão) apareceu. Os irmãos são muito poderosos, tendo vencido Lúcifer e a Morte. Eles já se aliaram a uma “demônia” chamada Ruby e a um anjo chamado Castiel. Sam e Dean já foram ao céu, inferno, purgatório e salvaram o mundo do apocalipse várias vezes.
“Supernatural” se passa nos EUA, com os dois irmãos andando pelo país com seu Chevrolet Impala 1967 resolvendo casos e lutando com as “forças do mal”. A série tem uma trilha sonora fantástica, cenas com suspense em ambientes escuros, uma variedade de cidades e piadas com o mundo real. Em um episódio, por exemplo, Dean volta a ter 14 anos, quando ele retorna à sua idade verdadeira, gosta da música pop de uma cantora famosa.

“Supernatural” é uma série ótima, longa e um pouco repetitiva nas duas primeiras temporadas, mas muito boa nas outras.

Resident Evil: Afterlife (por Matheus Raffainer)

O filme “Resident Evil: Afterlife” é um filme de gênero ficção científica, ação e horror escrito e dirigido por Paul W. S. Anderson e estrelado por Milla Jovovich. Lançado em 17 de setembro de 2010, é o quarto filme baseado na série de jogos da Capcom: “Resident Evil”.
O filme tem início em uma cidade do Japão onde vemos o que acontece com um humano quando o inicialmente conhecido por T-Vírus é injetado. Depois disso a câmera se afasta da cena, mostrando o que aconteceu com o mundo anos depois da catástrofe, indo direto para o subsolo de uma base subterrânea da Umbrella Corporation, onde a personagem principal Alice ( Milla Jovovich ) vai descendo de andar em andar - vale destacar aqui os ótimos efeitos 3D.
O filme tem pouco a ver com a série de jogos “Resident Evil”, emroa apresente personagens típicos como Chris Redfield (Wentworth Miller), Claire Redfield (Ali Larter), Jill Valentine (Sienna Guillory) e Albert Wesker (Shawn Roberts).
O filme é fortemente inspirado no jogo “Resident Evil 5”. O “Executioner”, inimigo visto no jogo, aparece nesse filme, a praga em formato de flor, que fica exposta na boca dos inimigos no jogo, aparece nos zumbis, as roupas de Wesker e Jill são as mesmas vistas no quinto game.
O filme tem efeitos sonoros bem explícitos em cenas onde vai acontecer ou está acontecendo uma luta ou tentativa de escapar dos (zumbis/infectados). Os efeitos 3D e slow motion são muito usados em cenas de intensa ação, mas se você é uma pessoa interessada em saber somente a história dos jogos, vá jogá-los ou, se não os tiver, vá em uma loja on-line e compre livros, que contam histórias sobre os personagens e sobre acontecimentos dos jogos.

Breaking Bad (por Joao Pedro B. Correa)

“Breaking Bad”, criado por Vince Gilligan, foi lançada em 2008 na emissora americana AMC e fez muito sucesso com sua 1º temporada. Assim como “Mad Men”, também exibido na mesma emissora, “Breaking Bad” se adequou a um tipo diferente de qualidade e formato de séries com um estilo cinematográfico e com um enredo que impressionaram o público. A série foi gravada em película de 35mm, a pedido da emissora, pelo diretor de fotografia Michael Slovis, que, a propósito, fez um ótimo trabalho em emergir o píblico com a iluminação e os ângulos de câmera.
Walter White (Bryan Cranston) é um simples professor de química do Novo México, EUA, que ao descobrir que tem câncer nos pulmões, se vê à beira da morte, sem dinheiro, com uma esposa gravida (Anna Gunn) e um filho com deficiência motora (RJ Mitte). Então seu cunhado Hank (Dean Norris), que é policial do departamento de narcóticos, o leva a uma operação em que ele apreende um laboratório de metanfetamína, e então Walter vê que, por ser expert em química, cozinhar essa droga seria uma forma viável de conseguir dinheiro suficiente para deixar à sua família quando morresse.
A série trata da personalidade das pessoas e da mudança pela qual elas passam em tempo de dificuldade. No início da série, Walter White era um cara fechado, anti-social e reprimido. E durante a série ele se torna totalmente diferente disso. O roteirista, Vince Gilligan, usou um meio de expressar a mudança dos personagens através das cores das roupas, fazendo com que elas dissessem muito sobre eles. Um bom exemplo é com a esposa do Hank, Marie (Betsy Brandt) que usa somente roxo na série inteira e, ao longo dos episódios, mantem sempre a mesma mentalidade conservadora. E Walter é um personagem que passa por todas as cores durante a série, o que significa que ele muda muito de personalidade com o tempo.
O nome da série, “Breaking Bad”, é uma expressão em inglês para “chutar o balde” que seria como deixar a formalidade e “liberar a raiva” guardada, o que faz muito sentido para a série.
“Breaking Bad” foi uma série ganhou mais de 30 prêmios incluindo o Globo de ouro em 2014 de melhor ator para Bryan Cranston e 5 Emmys para a 5º temporada em 2014.
A série acabou em 29 de setembro de 2013. Com um enredo incrível que cativou o público por 5 temporadas, sempre será considerada uma das melhores séries de todos os tempos pelos fãs e é muito recomendada por mim e por todos que já a viram.